Todos sabemos que a alegria é um instrumento abstrato que parte das nossas emoções. Os seres humanos são compostos por: Corpo, alma e espírito.

A alegria genuína é um sentimento que poucos realmente a possuem, a qual não se restringe somente a gargalhadas ou a sorrisos superficiais e em muitos casos vazios e passageiros, mas sim na paz do fortalecimento interior. Sabe-se, que nem todos os seres humanos, conseguem verdadeiramente atingir o estado de alegria, pois só a detém quem realmente sabe fazer da vida, um foco de alegrias como tal, onde mesmo com dificuldades e desafios sabe tirar proveito, retendo de cada acontecimento lição inspiradora de vida e sucesso e não de tristeza e fracasso.

O segredo para alcançar esta vida de alegria genuína, encontra – se dentro de nós. Devemos viver a vida sem receios, deixar para trás cada momento menos bom que nos sirva de lição de vida, nos faz ter a certeza que estamos no caminho certo, contudo apela – se a utilização da intuição na sua vida, sem receios, medos, de termos novas alegrias genuínas onde os autores somos nós.

O ser humano deve acreditar naquilo que é, e naquilo que possui, nas pessoas que ama e sentir se amado, e ter esperança que melhores dias virão, não temer o futuro, e que há uma entidade superior que repõem qualquer tipo de injustiça incomensurável.

A alegria e o amor em sua plenitude brota em nós, como fonte de alimento e inspiração para a alma e para a eternidade.

A alegria é um aspeto regido por Júpiter/Vénus no mapa, mas independente das ligações desses planetas podemos sempre aprender a ser mais alegres, começa por não valorizar as situações mais nefastas da vida. No fundo tudo só tem a importância que nós damos a determinada situação.

Como alegria, gera alegria vamos então colorir a nossa vida com situações mais prazerosas que nos arranquem sorrisos com mais facilidades, afinal todos nós temos o livro da vida assim como os lápis de cor, somos nós que escolhemos as cores que queremos viver, e pintar a nossa existência.

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